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fluorescente

Rasgos de luz

Rasgo de luz é um artifício utilizado para destacar a iluminação em um determinado ambiente, esse detalhe só é executável quando o forro é totalmente rebaixado, quando aceso é impossível não notar a beleza e o brilho que o rasgo proporciona ao ambiente, mas é muito importante saber que quando há a utilização de rasgo de luz, se torna necessário um maior cuidado com o acabamento feito na laje, pois a mesma ficará exposta quando a luz não estiver acesa, outro ponto importante a se observar é uma desvantagem que também já apontamos quando falamos de Sanca Aberta, que é a retenção de poeira e pequenos insetos, para que isso não aconteça é muito importante analisarmos o projeto e destacar a importância de realizar ou não este tipo de trabalho em sua residência.

Rasgo de luz. Confira ele em nosso  escritório do Ipiranga!

Rasgo de luz. Confira ele em nosso escritório do Ipiranga!

É hora de economizar com sua iluminação!

Que construção ou reforma demanda um investimento alto isso ninguém tem dúvida, mas a grande questão que não pode ficar sem respostar é “No que realmente vale a pena economizar?”. Como todo projeto, é necessário avaliar o custo e o retorno do investimento ao longe de, no mínimo, cinco anos. Quando não levamos esse parâmetro em consideração, acabamos gastando muito, mas nas contas do final do mês.

Você já parou para pensar quanto gasta com troca de lâmpadas ao longo de 5 anos? E já pensou na possibilidade de não gastar nada e ainda economizar no consumo de energia elétrica mensal? Pois vale a pena analisar o valor no investimento no projeto e fazer a escolha correta, afinal precisamos economizar e ainda contribuir com a natureza.

Além de considerar a lâmpada correta, vale também levar em consideração as seguintes dicas complementares ao seu projeto:

  • Considere sempre pintar o teto com cor clara, pois reflete melhor a luz e reduz a quantidade de pontos de iluminação.

  • Faça uso de interruptor e temporizador ou sensores de presença em áreas coletivas para evitar que as lâmpadas fiquem acesas quando ninguém estiver no ambiente.

  • Fotocélula é um aliado à energia quando utilizado em áreas externas pois isso evitará o acendimento delas quando a luz solar for suficiente.

-E por fim conheça e utilize dimmers, que são dispositivos que controlam a intensidade de luz emitida pelas lâmpadas economizando assim ainda mais energia.

Vamos economizar! Casa bem iluminada não é mais sinônimo de conta de luz alta!

Vamos economizar! Casa bem iluminada não é mais sinônimo de conta de luz alta!

Diferentes tipos de lâmpadas

O charme e a elegância da decoração interior de uma casa ou escritório, indiscutivelmente está nos detalhes: um quadro, uma planta, uma cortina, uma estante vasada e para destacar o detalhe da decoração nada melhor que um minucioso projeto de iluminação, pois se utilizado uma lâmpada errada ou se a instalação estiver em local indevido, seguramente sua decoração não terá o mesmo efeito. Para tanto, conheça um pouco as diferenças entre as lâmpadas existentes (algumas com os dias contados) e acerte na sua decoração.

Lâmpadas Incandescentes: São pouco eficientes e gastam muita energia; apenas 5% da eletricidade utilizada é transformada em luz, mas acredita-se que não serão mais fabricados os modelos acima de 101w e os demais modelos a previsão é para finalizar a produção até 2017.

Lâmpadas fluorescentes: Dividem-se entre compactas – que incluem um reator e encaixam nos mesmos soquetes das incandescentes – e tubulares – que precisam de reator auxiliar. As lâmpadas fluorescentes consomem 80% menos energia que as incandescentes, entretanto, a maioria dos modelos emite luz fria. Têm baixo índice de reprodução de cor, de 70% a 80% (o irc indica a capacidade que a luz tem de exibir fielmente as cores). Recomendadas para cômodos que exigem claridade intensa e constante, como escritórios e cozinhas.

Lâmpadas halógenas: São conhecidas como: Dicroica, PAR, AR, Halopin e Palito. São as que melhor reproduzem as cores, contudo gastam apenas 30% menos que as incandescentes. Com luz amarelada, vão bem em salas, mas como produzem calor, não devem ser direcionadas para sofás e poltronas, nem usadas em muitos pontos. Em quartos, se saem melhor em luminárias com efeito difusor. Por ser de baixa voltagem, a dicróica pede um transformador. Gera luz mais brilhante, pois tem um refletor parabólico. A PAR (sigla em português de “refletor parabólico aluminizado”), também refletora, possui um vidro que protege a lâmpada, razão para ser usada em banheiros e jardins. A AR (sigla para “refletora aluminizada”) apresenta facho bem definido e ofusca menos. Já a menor da turma, a Halopin, tem potência e voltagem baixas, por isso clareia cantinhos, gastando pouca energia. A Palito, ou Lapiseira, joga a luz para cima.

LED: Sigla em inglês para “diodo emissor de luz”. Na verdade, não é uma lâmpada, mas ilumina. Oferece tecnologia avançada (até 50 anos de vida útil, dependendo da qualidade), economia (gasta 80% menos que as incandescentes) e boa luminosidade. Aquece pouco, tem irc de 85% e é encontrado em tonalidades e formatos variados (de dicroica, por exemplo). Combina com qualquer ambiente. O ponto fraco está no preço, ainda alto, todavia com tendência a cair.

Conheça todas as lâmpadas usadas no mercado hoje

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